Olá, espectadores, gostaria que vcs fossem ao blog do meu amigo Silvio, se chama Bionikos. O endereço é o seguinte:
WWW.BIONIKOS.BLOGSPOT.COM
Valeu mesmo, abraços.
:)
De seu "postador", Luigi.
P.S.: Não esqueçam!
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
A Criação do Mundo>>>>>> Hindus #3
A CRIAÇÃO DO MUNDO PARA OS HINDUS
Os hindus acreditavam que o Universo, assim como o homem, passava por ciclos. A crença mais comum é que nosso Universo era um oceano primordial onde a vontade divina pôs um ovo de ouro. Este ovo deu origem a Brahma, o deus da criação. Assumindo a forma de um javali, Brahma mergulhou nas águas e ergueu a Terra em suas presas. Alguns hindus acreditam que Brahma não veio de um ovo e sim do umbigo de Vishnu.
Os hindus acreditavam que o Universo, assim como o homem, passava por ciclos. A crença mais comum é que nosso Universo era um oceano primordial onde a vontade divina pôs um ovo de ouro. Este ovo deu origem a Brahma, o deus da criação. Assumindo a forma de um javali, Brahma mergulhou nas águas e ergueu a Terra em suas presas. Alguns hindus acreditam que Brahma não veio de um ovo e sim do umbigo de Vishnu.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
A Criação do Mundo>>>>>> Egípcios #2
A CRIAÇÃO DO MUNDO PARA OS EGÍPCIOS
Os egípcios acreditavam que a criação começou quando o deus-sol Atum emergiu de um mar sombrio e infinito chamado Nun. Atum gerou Shu, o deus do ar, e Tefnut, a deusa da água. Os filhos do casal foram o deus da terra, Geb, e a deusa do céu, Nut. Os dois passaram muito tempo numa união incestuosa até que Shu os separou, empurrando Nut para cima, dando origem ao céu, e Geb para baixo, gerando a terra.
deusa do céu Nut e Geb, a Terra (abaixo)
Os egípcios acreditavam que a criação começou quando o deus-sol Atum emergiu de um mar sombrio e infinito chamado Nun. Atum gerou Shu, o deus do ar, e Tefnut, a deusa da água. Os filhos do casal foram o deus da terra, Geb, e a deusa do céu, Nut. Os dois passaram muito tempo numa união incestuosa até que Shu os separou, empurrando Nut para cima, dando origem ao céu, e Geb para baixo, gerando a terra.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Criação do Mundo>>>>>> Maoris #1
CRIAÇÃO DO MUNDO PARA OS MAORIS
O mito da criação dos maoris (povo nativo da Nova Zelândia) é muito parecido com o dos egípcios. A deusa da Terra, Papa, e o deus do céu, Rangi, estavam tão apaixonados que ficavam abraçados o tempo inteiro, sem deixar que a luz penetrasse no mundo. Geraram vários filhos, que ficaram presos entre seus corpos. Um deles, com grande esforço, conseguiu separar os pais.O mundo ficou repleto de luz e as plantas brotaram. As lágrimas de Rangi deram origem aos rios e mares.
Criação do Mundo!
Meus espectadores, estamos lançando uma série que fala sobre como era o ponto de vista dos diferentes povos perante a criação do mundo, empolgante, você poderá viajar num lugar em que a Criação era vista como um dilema e, se perguntado, respondido na forma de mito. De seu "Postador", Luigi R.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Fim das Histórias Gregas!
Foram ótimas histórias, que eu coletei de uma ótima fonte. Se quiserem lerem mais histórias se encontram no livro:
" O Livro de Ouro da Mitologia" de Thomas Bulfinch.
Obrigado pela colaboração!
" O Livro de Ouro da Mitologia" de Thomas Bulfinch.
Obrigado pela colaboração!
Histórias Gregas>>>>>>
CASTOR E PÓLUX
Castor e Pólux eram filhos de Leda e do cisne sob cujo disfarce Júpiter se escondeu. Leda deu nascimento a um ovo, que produziu os dois gêmeos. Helena, tão famosa devido à Guerra de Tróia, era sua irmã.
Quando Teseu e seu amigo Pírito raptaram Helena, em Esparta, os jovens heróis Castor e Pólux saíram, imediatamente, com seus sequazes para libertá-la. Teseu não se encontrava na Ática e os gêmeos recuperaram a irmã.
Castor era famoso como domador de cavalos e cavaleiro e Pólux, como lutador. Eram unidos por ardente afeição e inseparáveis em todos os seus feitos. Acompanharam a expedição dos Argonautas. Durante a viagem, irrompeu uma tempestade e Orfeu invocou os deuses da Samotrácia, tocando sua harpa.
A tempestade cessou, então, e apareceram estrelas sobre a cabeça dos gêmeo. Devido a isso, Castor e Pólux passaram depois a serem considerados as divindades protetoras dos marinheiros e viajantes, e as chamas que, conforme o estado de atmosfera, costumam aparecer em torno das velas e dos mastros, costumam aparecer em torno das velas e dos mastros das embarcações receberam seus nomes.
Depois da expedição dos Argonautas, encontramos Castor e Pólux empenhados numa guerra com Idas e Linceus. Castor foi morto e Pólux, inconsolável pela perda do irmão, pediu a Júpiter que lhe permitisse oferecer a sua própria vida pela do outro. Júpiter consentiu que eles vivessem alternadamente, passando um dia na terra e outro na moradia celestial. Segundo outra versão, Júpiter recompensou a afeição dos irmãos, colocando-os entre as estrelas, como Gemini, os Gêmeos.
Os dois receberam honras divinas sob o nome de Dioscouros (filhos deJove). Acreditava-se que pareciam, às vezes mais tarde, participando de combates, de um ou outro lado, cavalgando magníficos cavalos brancos. Na história dos primeiros tempos de Roma, por exemplo dizia-se que eles ajudaram os romanos na batalha do Lago Regilo, e, depois da vitória, foi erguido um templo em sua honra, no local onde apareceram.
Macaulay, em seus "Cantos da Roma Antiga", assim se refere à lenda:
" Tão semelhantes eram, que os mortais
Um do outro jamais distinguiriam.
Tinham armaduras brancas como a neve
E brancos como a neve seus corcéis.
Jamais forjas terrenas fabricaram
Tão brilhante armadura, ou em terrena
Fonte a sede matou corcel tão belo.
Volta em triunfo o chefe, que nas provas
Incertas do combate sempre vira
O calor dos irmãos inseparáveis.
Volta o navio ao porto, em segurança,
Desafiando o mar e as tempestades
Que a bordo estavam os poderosos gêmeos".
Fim da mini-série "Histórias Gregas".
Castor e Pólux eram filhos de Leda e do cisne sob cujo disfarce Júpiter se escondeu. Leda deu nascimento a um ovo, que produziu os dois gêmeos. Helena, tão famosa devido à Guerra de Tróia, era sua irmã.
Quando Teseu e seu amigo Pírito raptaram Helena, em Esparta, os jovens heróis Castor e Pólux saíram, imediatamente, com seus sequazes para libertá-la. Teseu não se encontrava na Ática e os gêmeos recuperaram a irmã.
Castor era famoso como domador de cavalos e cavaleiro e Pólux, como lutador. Eram unidos por ardente afeição e inseparáveis em todos os seus feitos. Acompanharam a expedição dos Argonautas. Durante a viagem, irrompeu uma tempestade e Orfeu invocou os deuses da Samotrácia, tocando sua harpa.
A tempestade cessou, então, e apareceram estrelas sobre a cabeça dos gêmeo. Devido a isso, Castor e Pólux passaram depois a serem considerados as divindades protetoras dos marinheiros e viajantes, e as chamas que, conforme o estado de atmosfera, costumam aparecer em torno das velas e dos mastros, costumam aparecer em torno das velas e dos mastros das embarcações receberam seus nomes.
Depois da expedição dos Argonautas, encontramos Castor e Pólux empenhados numa guerra com Idas e Linceus. Castor foi morto e Pólux, inconsolável pela perda do irmão, pediu a Júpiter que lhe permitisse oferecer a sua própria vida pela do outro. Júpiter consentiu que eles vivessem alternadamente, passando um dia na terra e outro na moradia celestial. Segundo outra versão, Júpiter recompensou a afeição dos irmãos, colocando-os entre as estrelas, como Gemini, os Gêmeos.
Os dois receberam honras divinas sob o nome de Dioscouros (filhos deJove). Acreditava-se que pareciam, às vezes mais tarde, participando de combates, de um ou outro lado, cavalgando magníficos cavalos brancos. Na história dos primeiros tempos de Roma, por exemplo dizia-se que eles ajudaram os romanos na batalha do Lago Regilo, e, depois da vitória, foi erguido um templo em sua honra, no local onde apareceram.
Macaulay, em seus "Cantos da Roma Antiga", assim se refere à lenda:
" Tão semelhantes eram, que os mortais
Um do outro jamais distinguiriam.
Tinham armaduras brancas como a neve
E brancos como a neve seus corcéis.
Jamais forjas terrenas fabricaram
Tão brilhante armadura, ou em terrena
Fonte a sede matou corcel tão belo.
Volta em triunfo o chefe, que nas provas
Incertas do combate sempre vira
O calor dos irmãos inseparáveis.
Volta o navio ao porto, em segurança,
Desafiando o mar e as tempestades
Que a bordo estavam os poderosos gêmeos".
Fim da mini-série "Histórias Gregas".
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