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sexta-feira, 20 de maio de 2011

História da Escrita #1


(Acima) A Pedra de Roseta, no Museu Britânico, Londres.

PEDRA DE ROSETA

Os hieróglifos constituíam um mistério até a descoberta (em agosto de 1799, por soldados do exército de Napoleão Bonaparte, particularmente por um oficial chamado Bouchard, enquanto conduziam um grupo de trabalho de engenheiros para o Forte Julien, cerca de 56 km ao leste de Alexandria. Devido aos termos da capitulação francesa diante do Reino Unido em 1801, a pedra foi cedida às autoridades militares britânicas e depositada no Museu Britânico, onde se encontra até os nossos dias), mais precisamente na localidade de Roseta, no delta do Nilo. As inscrições datam 197 a.C. e estão em três línguas: hieróglifos clássicos, escrita demótica e grego. O filólogo francês Jean-François Champollion comparou os três textos e decifrou os hieróglifos em 1821.

Fonte: Enciclopédia Interativa do Saber: O Mundo Antigo. Seleções do Reader´s Digest e Wikipedia. Link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedra_de_Roseta 

terça-feira, 17 de maio de 2011

Série A História da Escrita

Eu estava por aqui filosofando, buscando o melhor jeito de ter um post que abrangesse História, mas que fosse um pouco diferente das mesmas postagens de sempre, algo que não viesse povos, Egito, Mesopotâmia, qualquer coisa. E uma coisa que acho legal, e que a aula de Artes me deu um toque foi a História da Escrita, que abrange várias culturas ao mesmo tempo. Procurei na coleção da minha avó de enciclopédias e achei uns textos bastante interessantes, e, por fim, resolvi criar uma série.
Vou falar sobre a escrita evolutiva no ponto de vista de diferentes culturas, em oito posts. Irá vir com imagens para que o leitor tenha uma noção do tema falado. Boa leitura!
[Luigi R., blogueiro.]

sábado, 14 de maio de 2011

Ritual de Exorcismo - Passo a Passo

Pintura de Franscisco Goya mostrando São Franscisco de Borgia executando um exorcismo.

1 - O exorcismo deve ser discreto, em casa ou em um oratório, com a presença de familiares. Se a vítima apresentar força anormal, pode ficar amarrada em uma cama ou cadeira. O local deve ter um crucifixo e uma imagem da Virgem Maria.

2 - O rito começa com aspersão de água benta, que pode ser adicionada de sal. A água, jogada sobre o atormentado e sobre os demais presentes, recorda a purificação recebida no batismo. Depois, o sacerdote convida todos a orar.
"- Senhor, tende piedade de nós".

3 - Agora é hora da reza brava. O padre recita um ou mais salmos que exaltam a vitória de Cristo sobre o Maligno e lê trechos do evangelho. O passo seguinte é impor as mãos sobre o fiel atormentado e ler mais palavras de fé.
"- Senhor, livrai o vosso servo do lado dos demônios caçadores".

4 - Não poderia faltar a principal oração. o Pai-Nosso, que todos rezam de mãos dadas. O padre faz o sinal-da-cruz e assopra a face do fiel possuído, dizendo mais palavras sagradas contra o demônio.
"- Repeli, Senhor, os espíritos maus pelo sopro da vossa boca".

5 - As "fórmulas de exorcismo" são as orações finais. Há dois tipos: a deprecativa, mais moderada, e a imperativa, usada em casos mais extremos. O rito termina com o canto de ação de graças, oração e benção.
"- Eu te esconjuro, Satanás. inimigo da salvação do gênero humano".

6 - Depois da reza e da água benta, o padre avalia se o Diabo saiu ou não pelo semblante da pessoa: se ela estiver calma e demonstrar paz de espírito, sucesso! Se não der certo, acontecem novas sessões.
 

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Ritual de exorcismo - Introdução

Afresco de Giotto representando São Francisco exorcizando demônios em Arezzo (Itália).

No ritual, o padre reza e joga água benta sobre a pessoa possuída. Isso se considerarmos a cerimônia da Igreja Católica, mais discreta. Nas igrejas evangélicas, o exorcismo rola diante do público e o obreiro pode até chacoalhar o possuído. "Em uma casa, não é possível coabitar Deus e o Diabo. Onda está Deus, o Diabo não entra. O padre faz com que a família creia na presença de Deus, e isso vai eliminando o Diabo", diz o padre José Antonio Trasseretti, professor de teologia da PUC de Campinas. Antes do ritual, o padre verifica se a pessoa está mesmo possuída. Geralmente, há quatro sinais de possessão: domínio sobre línguas desconhecidas, conhecimento de assuntos improváveis (detalhes da vida do exorcista, por exemplo), força incompatível com a condição física e a idade do sujeito, e aversão ao sagrado. Com a possessão comfirmada, o padre dá início ao ritual, que segue o livro Ritual de Exorcismo e Outras Súplicas, publicado pelo Vaticano e reproduzido no Brasil pela editora Paulus.

Fonte: Mundo Estranho, edição 80.

domingo, 8 de maio de 2011

Parabéns... a quem?

Caramba, essa pessoa briga com a gente quando não arrumamos nosso quarto bagunçado - não é com todos! -, põe a gente para estudar, e nós embirramos com ela. Eu a amo! Puxa... ela se entrega dos pés a cabeça à gente, e só tem um dia para nós parabenízamos por sua prestação. Eu queria falar muita coisa sobre essa mulher (viram a pista?) mas se eu fizer isso acaba o espaço para o texto. Ela cabe milhares de adjetivos: amável, adorável, simpática, etc., etc. e etc. Sabe para quem essa homenagem é?


Você, mãe!!


[Luigi R., dono do blog desejando um final feliz para a todas mães]

domingo, 1 de maio de 2011

Platão - Vida

Platão nasceu em Atenas, provavelmente em 427 a.C. (no ano da 88a olimpíada, no sétimo dia do mês Thargêliốn), cerca de um ano após a morte do estadista Péricles, e morreu em 347 a.C. (no primeiro ano da 108a olimpíada). Seu pai, Aristão, tinha como ancestral o rei Codros e sua mãe, Perictione, era descendente de um irmão de Sólon.
Inicialmente, Platão entusiasmou-se com a filosofia de Crátilo, um seguidor de Heráclito. No entanto, por volta dos 20 anos, encontrou o filósofo Sócrates e tornou-se seu discípulo até a morte deste. Pouco depois de 399 a.C., Platão esteve em Mégara com alguns outros discípulos de Sócrates, hospedando-se na casa de Euclides. Em 388 a.C., quando já contava quarenta anos, Platão viajou para a Magna Grécia com o intuito de conhecer mais de perto comunidades pitagóricas. Nesta ocasião, veio a conhecer Arquitas de Tarento. Ainda durante essa viagem, Dionísio I convidou Platão para ir à Siracusa, na Sicília. No início, Dionísio deu liberdade para Platão se expressar, porém quando se sentiu ofendido por algumas declarações de Platão, Dionísio vendeu Platão no mercado de escravos por vinte minas; alguns filósofos, porém, juntaram o dinheiro, compraram Platão e o mandaram de volta para a Grécia, aconselhando-o que os sábios deve se associar o menos possível aos tiranos, ou com o maior cuidado possível.
Em seu retorno, fundou a Academia. A instituição logo adquiriu prestígio e a ela acorriam inúmeros jovens em busca de instrução e até mesmo homens ilustres a fim de debater ideias. Em 367 a.C., Dionísio I morreu, e Platão retornou a Siracusa a fim de mais uma vez tentar implementar suas ideias políticas na corte de Dionísio II. No entanto, o desejo do filósofo foi novamente frustrado. Em 361 a.C. voltou pela última vez à Siracusa com o mesmo objetivo e pela terceira vez fracassa. De volta para Atenas em 360 a.C., Platão permaneceu na direção da Academia até sua morte, em 347 a.C.